A doença da gengiva costuma ser silenciosa e quase nunca dói. Por isso, muita gente só descobre quando o dente já está mole. Quanto antes o tratamento começa, mais simples ele é.
Toque nos itens que acontecem com você. Não substitui a consulta, mas ajuda a saber se é hora de uma avaliação.
A placa bacteriana que se acumula junto à gengiva provoca inflamação. Sem tratamento, essa inflamação avança para o osso que segura o dente.
A periodontite é a principal causa de perda de dentes em adultos e está associada a condições como diabetes e doenças cardiovasculares. Cuidar da gengiva também faz parte de cuidar da saúde como um todo.
Ser especialista nas duas áreas faz diferença em cada etapa: preparar a gengiva e o osso antes do implante, planejar o tecido ao redor da prótese e cuidar dele depois.
Remoção do tártaro e controle da inflamação: a gengiva volta a ficar firme, rosada e sem sangramento.
Retração gengival tratada com L-PRF, concentrado obtido do próprio sangue do paciente: a gengiva volta a cobrir as raízes expostas, reduzindo a sensibilidade e devolvendo a harmonia ao sorriso.
Imagens publicadas com autorização dos pacientes. Os resultados variam de acordo com cada caso.
Não. O sangramento é sinal de inflamação, e parar de escovar piora o quadro. Continue com a higiene e procure uma avaliação.
É feito com anestesia local. Depois, pode haver uma sensibilidade leve por alguns dias, controlada com as orientações recebidas.
A doença pode ser controlada e estabilizada. O osso perdido nem sempre volta, por isso o diagnóstico precoce é tão importante. Com manutenção regular, os dentes podem ser preservados por muitos anos.
Pode, se a placa voltar a se acumular. Por isso a manutenção periodontal faz parte do tratamento.
Depende de cada caso. O intervalo da manutenção é definido de acordo com a gravidade da doença e a resposta ao tratamento.
Avaliação periodontal em Birigui e Araçatuba (SP).